Todos os anjos vão cantar
Pula um palhaço mascarado
Que é pro povo se alegrar
De longe eu to te ouvindo
Meu surdo bem marcado
A caixa recortando
E os metais bem sincopados
Vem vindo a grande roda
Com palhaços mascarados
Alegra aquele povo que busca a alegria
O mestre grita forte te chamando para folia
Chuva de moedas reflete o brilho da lua
E o barulho da bomba entra fora do compasso
Enquanto um avô sorri encantado
E os palhaços do universo giram como se fossem planetas
Todos os anjos vão cantar
Palhaços mascarados saem da boca da gara... pá
O meu céu tem uma estrela
O povo vai se alegrar
Guardo as sementes de cultura
Que meu país deixou de exaltar
quinta-feira, 20 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
A Vila
A costa aberta e um
porto de farol aceso
Estou seguro e
o mar é um tapete
O sino toca e
a água agora é verde
Te jogo as cordas e
vou me atracar
Na cruz da igreja uma
coruja está acesa
E na areia granulada
vou pisar
A agua é quente e
espuma tem sabor
Venta mais forte e
o céu muda de cor
porto de farol aceso
Estou seguro e
o mar é um tapete
O sino toca e
a água agora é verde
Te jogo as cordas e
vou me atracar
Na cruz da igreja uma
coruja está acesa
E na areia granulada
vou pisar
A agua é quente e
espuma tem sabor
Venta mais forte e
o céu muda de cor
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Escolhidas
Não quero a riqueza
Quero deixar os pratos limpos
Morrer tranquilo
Ganhei muitas batalhas e fui derrotado como homem comum
Sinto o cheiro de pólvora da bala que me atravessou.
Envelheci de pé, com o peso do mundo
E valeu estar aqui
Cada gota caída no chão
Cada extremo usado
Para que no final
Eu possa escolher fazer tudo de novo
Quero deixar os pratos limpos
Morrer tranquilo
Ganhei muitas batalhas e fui derrotado como homem comum
Sinto o cheiro de pólvora da bala que me atravessou.
Envelheci de pé, com o peso do mundo
E valeu estar aqui
Cada gota caída no chão
Cada extremo usado
Para que no final
Eu possa escolher fazer tudo de novo
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Um meio
Morena, vem pra mim de novo
Que a voz já me falta a garganta
No peito/escondido / trago
A vontade de você
No fundo do copo reluz a imagem do seu olho
E dentro do olho os planetas a girar
Enquanto eu me escondo confuso
Atraz de um sorriso
Na verdade na fresta do acaso
Busco um meio de te amar
sábado, 11 de maio de 2013
De serpente
Eu ando maltratado e quase mudo
E só me encontro em baixo dos lençóis
Eu to desconfiado desse mundo
Novela que não acaba para nós
No gesto disfarçado de cigano
O jeito inconsciente a seduzir
No seu cabelo o fogo dos desejos
E a brasa queima a pele de saudade
Não vou com amigos velho me ausentar
Pois cada passo dado ao seu encontro
São dois que você usa pra afastar
Marlon Chapeleiro
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Sem Culpa
Anda feliz e se emociona toda vez que a vê.
Quando a tem não se importa com mais nada.
Respira sempre fundo quando fala,
E quando se separa, conta horas para rever.
O vício que o acompanha é sempre ativo,
Existe em sua alma de menino.
Não sabe o que é viver sem ter por perto
Um pouco da quimera como instinto.
Assombra na noite com ratos e baratas.
Pula muros, buracos e poças d’águas.
De dia é menino com pupilas dilatadas
E vai se entorpecendo, não ampare.
Os dois se amam, os dois se justificam,
Até que a morte em breve os separe
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)